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domingo, 14 de setembro de 2008

NOTÍCIA DA SEMANA

Deu no O Dia!

Internet: maior e mais arriscada Especialistas afirmam que 100 mil máquinas escravizam computadores para praticar crimes
Luciene Braga

Rio - O número de brasileiros na Internet, de 2000 a 2008, cresceu 900%. Segundo a empresa e-bit, que monitora o mercado, a explosão acompanhou o comércio via web. Só no ano passado, foram R$ 6,2 bilhões em compras. Mas a segurança fora da rede ganhou também o espaço virtual. Em 2007, R$ 300 milhões dessas compras foram registradas em sites falsos, frustrando o consumidor.

O risco ainda é maior que fazer as compras. Dados da Polícia Federal mostram que hoje há, no mundo, pelo menos, 100 mil computadores “botnet” (que escravizam outros micros para praticar crimes). Computadores viram “zumbis”, quando usuários baixam arquivos chamados “maléficos”, com programas que invadem a máquina e os tornam instrumentos para disparar novos programas, que podem, além de capturar dados e senhas, distribuir conteúdos ilegais.

CRIMES CIBERNÉTICOS

Enquanto o Congresso Nacional não se entende na votação da lei que vai instituir a punição para os crimes cibernéticos, os usuários nem percebem que suas máquinas estão sendo utilizadas pelas organizações criminosas especializadas.

Os sintomas de que o computador foi escravizado podem ser percebidos quando os computadores se tornam muito lentos, congelam sem razão aparente ou desligam abruptamente.

Segundo o chefe da Unidade de Repressão a Crimes Cibernéticos da Polícia Federal, Adalton de Almeida Martins, o efeito é igual ao de um telefone que recebe ligações de várias pessoas ao mesmo tempo: “A linha cai. Fica sem falar por um tempo. É preciso desconfiar quando isso acontece com o computador. Essa é só uma das linhas de ataque.

Quando a grande rede de golpes invade um banco ou uma grande empresa, o prejuízo é ainda pior: eles as extorquem, em troca de preservar os sistemas”, revela.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Shows


DEU NO O DIA

Música brasileira anima ABL

Série de shows gratuitos começa hoje, com repertório que inclui até composições de Dom Pedro I

Pedro Landim

Rio - Dom Pedro I, além de príncipe e imperador, era compositor e arriscava suas quadrilhas. A melodia do Hino da Independência, por exemplo, é dele, e sua interpretação pela pianista Maria Teresa Madeira é um cartão de visitas significativo do projeto que levará a música brasileira ao palco nobre da Academia Brasileira de Letras. A série ‘MPB na ABL’ começa hoje, às 12h30, com entrada gratuita, em homenagem especial aos 200 anos da chegada da Família Real ao Brasil (reserva de senhas pelos telefones 3974-2552/2574).

“Vamos mostrar também uma quadrilha e um ‘schottisch’ de autoria de Dom Pedro. São curiosidades desse lado musical do imperador”, explica o maestro Roberto Gnatalli, diretor musical do espetáculo de estréia.

O programa de hoje, baseado em sonoridades dos séculos 18 e 19, além de Maria Teresa, contará com o cantor Marcos Sacramento e o grupo Quadro Cervantes, que tem trabalho destacado na interpretação de músicas antigas, com instrumentos e arranjos de época.

Até novembro, com um show por mês — exceção em abril, com dois —, às 12h30, passarão pelo Teatro R. Magalhães Jr., na ABL, João Bosco, Moraes Moreira, Nelson Sargento, Clara Sandroni, Cristina Buarque, Os Cariocas e Wanda Sá.

“O novo teatro está lindo, como a ABL merece. Cantarei um repertório muito pouco gravado, de modinhas e lundus, impregnado pelos salões e senzalas”, diz Marcos Sacramento, que se apresentará em voz e piano com Maria Teresa Madeira.

Além da modinha ‘Desde o Dia Em Que Nasci’, de Francisco Manoel e Domingos Calda Barbosa, haverá mais duas de autores anônimos e dois lundus de J. F. Leal. “Os lundus indicam a presença do afro-brasileiro”, aponta Roberto Gnatalli.

PRÓXIMO SHOW DIA 17A segunda parte do concerto de estréia terá no som do Quadro Cervantes uma amostra fiel da música que começou a ser produzida nos tempos imperiais, o início da formação do cancioneiro brasileiro. E a ABL é cenário propício para o quarteto que utiliza instrumentos como o alaúde e a guitarra romântica.

“É um grande prazer tocar na Academia Brasileira de Letras. Será uma performance essencialmente vocal e tocaremos modinhas engraçadas como ‘O Noivo Em Cócegas’, que descreve no altar sua situação”, conta Nicolas de Souza, músico do Cervantes, que possui mais de 30 instrumentos antigos.

O segundo show da série acontecerá dia 17 de abril, com a energia de Moraes Moreira, e em maio será a vez do craque João Bosco soltar a voz. A ABL fica na Avenida Presidente Wilson 203, Centro.

sábado, 8 de março de 2008

NOTÍCIA DA SEMANA

Deu no o dia on line

A cada cinco retidos em Madri, dois são brasileiros

Madri - Segundo estatísticas do aeroporto de Barajas, em Madri, dois em cada cinco barrados na principal porta de entrada na Espanha em 2007 eram brasileiros.

Cerca de 55% dos estrangeiros que entram no país passam por Barajas. No controle de fronteiras, ainda segundo os dados oficiais de 2007, 50 pessoas, em média, são impedidas de entrar e devolvidas ao país de origem. Desse total, 20, em média, são brasileiros.

Os números, às vezes, superam e muito a média estatística. No dia 3 de agosto de 2007, por exemplo, de 97 imigrantes impedidos de entrar, 66 eram brasileiros.

O número de policiais nas fronteiras aumentou em 62% em 2007, mas o Ministério do Interior reconhece que ainda é difícil reduzir a média de mil ilegais que chegam a cada dia ao país, segundo o governo espanhol.

No total, a Espanha barrou 97.715 pessoas em 2007, mas não há números para cada nacionalidade nesse cálculo mais amplo que inclui, por exemplo, via terrestre.
De acordo com a Secretaria de Estado para Imigração, a Espanha já tem 4,8 milhões de imigrantes (legais e ilegais), 10% da população. E, pela política em vigor, é preciso fechar o cerco à entrada.


Nesta semana, o impedimento de entrada de brasileiros na Espanha causou uma pequena crise a Espanha e o Brasil depois que dois pós-graduandos brasileiros ficaram detidos por mais de uma semana no aeroporto de Madrid.

Os estudantes retornaram ao Brasil na sexta-feira. No mesmo dia, o governo brasileiro deportou sete espanhóis que desembarcaram em Salvador, na Bahia.

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Deu no O Dia on Line

Indiana Tata quer ter carro de R$ 5.000 no Brasil




Contra esse nem mesmo os chineses conseguem competir. O esperado carro barato que a fabricante indiana Tata promete mostrar em janeiro de 2008 custará apenas US$ 2 500 (pouco menos que R$ 5 000), ou seja, muito menos que os veículos produzidos na China.A surpresa é que Ratan Tata, presidente do grupo, quer vender o carrinho também no Brasil, conforme revelou à revista Exame. A montadora estuda a entrada em nosso mercado para breve e já tem uma parceria com a Fiat para fornecimento do chassi da picape média que a fábrica da Argentina produzirá em 2008.O “1 Lakh”, como é chamado provisoriamente, será um veículo rudimentar, com motor de apenas 30 cv e acabamento mínimo, sem falar no espaço diminuto, provavelmente para levar de 3 a 4 pessoas. Clique aqui para ver uma suposta imagem do modelo da Tata.

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

NOTÍCIA DA SEMANA

Deu no site: oi.com.br

Luciano Pavarotti morre de câncer no pâncreas
Roma, 6 set (EFE)- O tenor italiano Luciano Pavarotti morreu nesta quinta-feira, aos 71 anos, de câncer no pâncreas, informou seu representante. O tenor havia sido internado com uma infecção pulmonar no dia 8 de agosto, no Hospital Policlínico de Modena, no norte da Itália.
Ele saiu do centro médico no dia 25 e vinha recebendo cuidados de uma equipe de especialistas na sua casa. O cantor de ópera morreu por volta das 5h. Ainda não se sabe quando serão os funerais e onde seu corpo será enterrado.
Em meados de 2006, o tenor foi operado de câncer no pâncreas, e precisou se retirar da vida pública. Em 8 de agosto teve que ser internado devido à febre alta que sofreu enquanto se recuperava em sua casa das colinas de Pesaro (litoral do Adriático).
Ficou internado até 25 de agosto, acompanhado pela sua mulher, Nicoletta Mantovan, e pela filha mais nova, Alice. Também estiveram a seu lado as três filhas do seu primeiro casamento, com Adua Veroni. Segundo seus parentes e amigos, nunca perdeu o bom humor.
A imprensa italiana divulgou na quarta-feira declarações de Pavarotti agradecendo pelo Prêmio Excelência na Cultura da Itália, concedido pelo Governo italiano. Ele afirmou que havia dedicado toda a sua vida a "celebrar a magia da arte"."
O prêmio me enche de alegria e orgulho pela minha longa carreira, com a qual tive o privilégio de levar a cultura italiana pelo mundo", disse Pavarotti, segundo a imprensa.
Ele apoiou as iniciativas do Teatro Scala, de Milão, e do Teatro Comunale, de Modena, que organizarão a partir de 2008 o Concurso Internacional de Canto Luciano Pavarotti. Seu vencedor poderá atuar no templo da ópera milanês."
Sempre pensei que o entusiasmo, a devoção e o ânimo que transmitimos aos jovens são nosso verdadeiro valor e nossa força", disse o cantor. Ele acrescentou que "compartilhar com os jovens a paixão e a experiência é o tesouro maior que se pode deixar para eles e a maior oportunidade para dar um sentido à vida".

terça-feira, 4 de setembro de 2007

NOTÍCIA DA SEMANA

Deu no O Dia on line

Planos de Saúde

Fim de carência na troca de planos de saúde

Medida faz parte de pacote do governo para melhorar atendimento

Brasília - Os consumidores vão poder mudar de plano de saúde sem precisar cumprir novo prazo de carência. A decisão faz parte de um conjunto de medidas — o PAC da Saúde — que o governo prepara para melhorar o atendimento aos usuários de plano de saúde e foi confirmada ontem pelo ministro da Pasta, José Gomes Temporão.

Segundo a Agência Nacional de Saúde (ANS), o fim da carência de convênios médicos na troca de operadora deverá valer tanto para os planos individuais como para os coletivos e não haverá restrição de idade.

O governo também estuda uma nova fórmula para o ressarcimento por parte das empresas de convênios médicos ao Sistema Único de Saúde (SUS), quando os serviços dos hospitais públicos são usados por usuários de planos de saúde. De acordo com a ANS, a dívida das empresas com o SUS, desde 1998, passa de R$ 400 milhões.

Enquanto isso, os médicos decidem hoje se vão cobrar R$ 46 a consulta, com recibo para reembolso, mesmo para quem tem plano de saúde aceito pelos profissionais. De acordo com a pauta da assembléia, assinada por entidades ligadas à categoria, como o Conselho Regional de Medicina (Cremerj), a cobrança valerá, se for aceita, para convênios que não enviam as guias da Tiss (Troca de Informações em Saúde Suplementar, novo modelo instituído pelo governo) em papel carbonado. A pauta cita planos, como Cassi, Geap, Furnas, AGF, Gama e Mediservice.

domingo, 2 de setembro de 2007

NOTÍCIA DA SEMANA

Deu no O Dia on line






Relógio biológico virado do avesso Médicos alertam para os riscos de saúde na vida de quem decide trocar o dia pela noite por longos períodos

André Bernardo

Rio - À noite, enquanto a grande maioria dos mortais se prepara para dormir, uma parcela significativa da população continua acordada. Para garçons, DJs e taxistas, entre outros, a madrugada não tem hora para acabar. Atualmente, 30% dos trabalhadores trocam o dia pela noite em esquemas de turnos. Apesar de uma suposta compensação financeira, os males que a privação crônica de sono causa ao organismo vão desde dor de cabeça, cansaço e irritação no dia seguinte até diabetes, hipertensão e problemas cardíacos a médio e longo prazo.

“O homem foi biologicamente programado para trabalhar de dia e dormir à noite. Na maioria das vezes, o organismo até tenta se adaptar ao ritmo noturno, mas nem sempre consegue. Por isso, um em cada quatro trabalhadores precisa retornar à escala diurna”, afirma a neurologista Lia Azevedo Bittencourt, da Sociedade Brasileira do Sono.

Segundo Lia, o tempo ideal de sono varia conforme a idade, a genética e a necessidade de cada um. Bebês, por exemplo, necessitam de 16 horas de sono. Já os idosos se satisfazem com quatro. Os adultos, em sua maioria, precisam de oito horas. Mas, independentemente do número ideal de horas de sono, especialistas alertam que o mais importante é respeitar o ‘relógio biológico’: ou seja, acordar com a luz do sol e dormir no escuro da noite.
“A ausência de luz, a queda na temperatura corporal e a produção da melatonina (substância que regula o sono) contribuem para o sono do indivíduo. Não é à toa que alguns dos piores acidentes nucleares da história, como Three Mile Island, nos EUA, ou Chernobyl, na URSS, aconteceram entre 3h e 5h. Este é o horário em que o corpo atinge a menor temperatura”, alerta a neurologista Andréa Bacelar, da Sociedade de Neurofisiologia Clínica do Rio de Janeiro (SBNC).

É por essas e outras que o taxista César França da Cruz Júnior, 32 anos, procura tomar algumas precauções quando roda de madrugada. Para não pegar no sono, gosta de bater papo com os passageiros e andar com o rádio ligado. Há cinco anos, quando o pai assumiu o volante do táxi durante o dia, César passou a trabalhar à noite, das 17h às 4h.

“No começo, foi pior. Por mais que dormisse o dia inteiro, continuava cansado. E o pior é que você fica sem vida social. Há cinco anos, não sei o que é tomar café da manhã ou praticar atividade física. No final das contas, você não trabalha para viver, você vive para trabalhar”, reclama César, que engordou 20 quilos neste período.

No caso de Márcio Tadeu da Silva Freitas, 37 anos, cochilar no trabalho não chega a ser tão fácil. DJ da Katmandu, ele já troca o dia pela noite há 24 anos — desde que começou a animar as primeiras festinhas no ‘play’ do prédio onde morava. Hoje, calcula que não dorme mais do que três horas por dia.

“Financeiramente, o sacrifício até compensa. Mas, em termos de saúde, não sei se posso dizer o mesmo. Vivo com pressão alta e, volta e meia, tenho dor de cabeça. Outro dia, paguei um amigo para tocar em meu lugar. Só assim, dormi 8 horas seguidas. Há muito, não dormia tanto”, brinca.

ESPECIALISTA SUGERE COCHILO ANTES DO INÍCIO DO EXPEDIENTE

Cansaço, dor de cabeça, irritação. Notívago desde sempre, o autor de ‘Sete Pecados’, Walcyr Carrasco, 56 anos, garante nunca ter sentido qualquer tipo de ‘efeito colateral’ à sua caótica rotina de trabalho. Quando está no ar, ele começa a escrever em torno das 18h e só termina por volta das 4h da manhã. “Normalmente, não acordo antes do meio-dia. Mas o meu horário sempre foi esse, nunca tive outro. Costumo até brincar dizendo que só passo mal quando acordo ou deito cedo. Aí, sim, eu fico um verdadeiro trapo”, brinca o escritor.

Mas Walcyr pode se considerar uma exceção na regra de trabalhadores que trocam o dia pela noite. O garçom João Paiva Melo, 63 anos, é um dos que sofrem com a jornada noturna. No Jobi, onde trabalha há 25 anos, ele costuma pegar às 19h e só larga às 4h.

Dependendo do movimento, chega até as 7h. “Nem se quisesse, não conseguiria cochilar no trabalho. Um chama daqui, outro dali e assim por diante. Se cochilasse, o cliente poderia sair sem pagar e o patrão ia brigar comigo”, brinca.

Para Andréa Bacelar, o trabalhador de turnos sofre, em média, uma redução de duas horas de sono por noite. Ao fim de uma semana, ele contabiliza um prejuízo de 14 horas de privação de sono. Além disso, muitos abusam da cafeína para suportar a jornada sem saber que o efeito não é cumulativo. “Se você toma café às 19h, voltará a sentir sono depois da 1h30. O ideal seria tirar um cochilo poucas horas antes do trabalho. O cochilo programado aumenta a vigilância do trabalhador”, recomenda a neurologista.

NOTÍCIA DA SEMANA

Deu no O Dia on Line



Gravação, captura, edição! Placas que permitem passar vídeos de TV, DVD, filmadora e videocassete para o micro custam entre R$ 70 e R$ 1 mil e trazem software para tratamento
Rio - Com a onda do vídeo digital, são cada vez maiores as opções de placas de captura, aquelas que gravam direto de TV, DVD e videocassete e convertem gravações em antigos formatos, como DVD, VCD e SVCD. Por isso, nem sempre é fácil para o iniciante descobrir qual o modelo ideal para suas pretensões em edição de vídeo.
Há opções que vão de pouco mais de R$ 70 até R$ 1 mil. A diferença está na facilidade de uso, de instalação, e na qualidade do software de edição que acompanha cada placa. Pinnacle, Encore, PixelView e Prolink são as marcas mais conhecidas.
As placas mais baratas são as internas, que normalmente ocupam uma entrada (slot) PCI. Porém, costumam vir com programas limitados à edição básica e gravação em DVD. A instalação pode ser um problema para usuários menos experientes ou cujos computadores ainda estejam na garantia. Isto porque as lojas exigem que o lacre não seja rompido, o que obrigará o usuário a levar o micro até a loja para a instalação da nova placa.
Já as placas externas são conectadas por uma entrada USB, o que simplifica a instalação, e geralmente vêm com software melhores. Todas as boas placas permitem conectar TV a cabo, aparelho de DVD, câmera digital ou videocassete e editar cenas, trilha sonora e criar DVDs com os filmes ou fotos que forem passadas para o computador. Normalmente o processo de captura é simples, dependendo mais da configuração do micro. A edição requer bom processador, bastante memória RAM e espaço no disco rígido.
A Pinacle, por exemplo, que acaba de lançar a linha Studio 11, indica como configuração recomendada um processador Dual Core de 2,4 GHz e 2 GB de RAM. Contudo, em testes com um Atlhon 3200+ com 1GB de RAM e 40 GB de espaço em disco rígido reservados para a edição, a placa funcionou satisfatoriamente. A linha Studio 11 da Pinacle tem dois modelos internos e dois externos.

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

NOTÍCIA DA SEMANA



Política! sim!
Precisamos ter informações políticas para que saibamos reivindicar nossos direito.
No Brasil toda essa bagunça e escândalos acontecem por termos um povo totalmente iguinorante politicamente falando. Informe-se, leia e busque saber mais sobre os assuntos vindos de Brasília e do nosso estado. Assim saberemos exigir e fazer valer nossos direitos.

Deu no O Dia on line

Pedida a cassação de Renan

Senadores do Conselho de Ética trocam insultos aos gritos de ‘boneca’, ‘menina’ e ‘palhaço’. Relatório que pede a perda do mandato do presidente da Casa terá votação aberta, quarta-feira

BRASÍLIA - A votação pela cassação do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), foi adiada para quarta-feira e não será secreta. A leitura do relatório no Conselho de Ética do Senado foi tensa, com senadores trocando ofensas aos gritos. Tasso Jereissati (PSDB-CE) insultou Almeida Lima (PMDB-SE): “Calma, boneca. Calma, menina. Você é um palhaço e está vendido”.

Almeida é um dos três relatores do processo, aliado de Renan, e defendia o arquivamento, alegando falta de provas. Os outros dois relatores — Renato Casagrande (PSB-ES) e Marisa Serrano (PSDB-ES) —, porém, pediram a cassação por quebra de decoro. A votação teve que ser adiada porque outros dois aliados de Renan, Wellington Salgado (PMDB-MG) e Gilvam Borges (PMDB-AP), pediram vista, para analisar o mérito.

O presidente do Conselho de Ética, Leomar Quintanilha (PMDB-TO), também é aliado de Renan e tinha determinado votação secreta, mas sua decisão foi derrubada por 10 votos a 5 — uma primeira vitória da oposição. “O voto aberto é pela transparência e pelo temor de que alguns senadores sejam pressionados a trocar o voto”, disse Demostenes Torres (DEM-GO). Aliados de Renan ainda pretendem recorrer ao Supremo Tribunal Federal para mudar a forma de votação. Pela manhã, ato liderado pelo PSOL reivindicou a votação aberta, exibindo manifesto com 60 mil assinaturas e faixas com frases como “Quero saber como meu representante vota”.

Renan Calheiros é acusado de receber dinheiro de um lobista de empreiteira para pagar pensão alimentícia à jornalista Mônica Veloso, com quem tem uma filha de 3 anos. Com 73 páginas, o relatório diz que perícia da Polícia Federal comprova que Renan não tinha recursos para pagar a pensão e o acusa de mentir não só ao Conselho de Ética, mas também à nação, já que teria feito um pronunciamento da tribuna do Senado dando falsas explicações para justificar seus rendimentos. Se o Conselho aprovar o relatório, o processo seguirá para a Comissão de Constituição e Justiça da Casa e, se aprovado, será votado por todos os senadores no plenário.

Antes do bate-boca entre Tasso Jereissati e Almeida Lima, o senador Epitácio Cafeteira (PTB-MA) criou polêmica ao acusar o advogado de Mônica Veloso, Pedro Calmon Filho, de procurá-lo, em maio, pedindo que ele convencesse Renan Calheiros a pagar R$ 20 milhões para que Mônica encerrasse o assunto e não divulgasse detalhes do relacionamento. O corregedor do Senado, Romeu Tuma (DEM-SP), alertou que “não se pode misturar esse assunto no processo. Tentativa de extorsão tem que ser comunicada ao Ministério Público”.
‘Se V. Ex.ª sabe bater na mesa, também sei’

O bate-boca no Conselho de Ética do Senado começou porque Almeida Lima não aceitava que seu parecer fosse apenas voto em separado dentro do relatório dos outros dois relatores. O regimento da Casa, porém, não permite que haja dois relatórios num mesmo processo. Como ele era minoria, seu texto foi lido, mas não será votado. O PSDB queria evitar até a leitura.

“Grandes democratas vocês são! Não querem me deixar ler um relatório de quatro páginas”, criticou o senador, ficando de pé. Tasso Jereissati levantou a voz, pedindo calma, e Almeida Lima reagiu: “No grito não! Se Vossa Excelência sabe bater na mesa, eu também sei. Estão querendo me castrar!”.
Artur Virgílio (PSDB-AM) entrou na discussão: “Senador, ninguém quer lhe castrar. Nem na palavra nem em outro jeito”. No mesmo instante, Tasso se pôs de pé: “Calma, boneca! Calma, menina!”. Almeida Lima ficou mais nervoso — “Senador, esse trejeito não lhe fica bem” — e completou: “Vocês são uns palhaços”. Tasso deu murros na mesa, devolvendo o insulto: “Você é um palhaço. Deixa de palhaçada, rapaz, você é um vendido”. Ambos tiveram que ser contidos, e o presidente do Conselho de Ética, Leomar Quintanilha, interrompeu a sessão por alguns minutos.

O Conselho de Ética existe para zelar pelo decoro parlamentar — um conjunto de normas de conduta a serem seguidas por senadores e deputados e inclui a proibição de expressões que configurem crime contra a honra.

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

NOTÍCIA DA SEMANA

AQUECIMENTO GLOBAL





Deu no O dia on line





Países industrializados querem reduzir emissões em até 40%
Rio - Os países industrializados que ratificaram o Protocolo de Kyoto se comprometeram em reduzir entre 25% e 40% as suas emissões de CO2 até 2020, de acordo com documento que será aprovado nesta sexta-feira em Viena, informou nesta quinta o jornal espanhol El Pais. Os Estados Unidos continuam de fora do acordo. Japão, Alemanha, França e Espanha estão entre os países que concordaram com a significativa redução, prevista para 13 anos.



A decisão vai ao encontro da última recomendação dos últimos relatórios feitos pelos cientistas do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), da ONU, para reduzir o aquecimento global.



Apesar do avanço, ainda é necessário estabelecer um calendário de aplicação e uma divisão concreta das metas de redução entre os países.
No encontro, que reúne mil delegados de 158 países na capital da Áustria, a ONU afirmou através de representante para o Clima Yvo de Boer, que a eficiência energética é uma boa aposta contra o aquecimento.



No entanto, seria necessário o investimento de cerca de 200 bilhões de dólares anuais. De Boer também argumentou que as emissões poderiam ser contidas de forma mais barata nos países em desenvolvimento do que nos desenvolvidos através de mecanismos de desenvolvimento limpo(MDL), mas que os ricos não deixariam de contribuir com sua parte.



O encontro em Viena é uma prévia da reunião que acontecerá em novembro em Bali, evai discutir o sucessor do acordo de Kyoto. Discutido e negociado em Quioto no Japão em 1997, o Protoclo foi aberto para assinaturas em 16 de março de 1998 e ratificado em 15 de março de 1999. Oficialmente entrou em vigor em 16 de fevereiro de 2005, depois que a Rússia o ratificou em Novembro de 2004. Os EUa não ratificaram o acordo.



Por ele se propõe um calendário pelo qual os países desenvolvidos têm a obrigação de reduzir a quantidade de gases poluentes em, pelo menos, 5,2% até 2012, em relação aos níveis de 1990.

NOTÍCIA DA SEMANA

Deu no O Dia on line


















Filme Tropa de Elite




A polícia identificou que a primeira cópia pirata de ‘Tropa de Elite’ — que vazou e provocou a onda que tomou os camelôs do Rio — saiu de uma produtora responsável pela legendagem do filme de José Padilha.



Segundo a polícia, a primeira cópia não-autorizada do longa saiu das mãos de Marcelo dos Santos Lima, funcionário da produtora Drei Marc. Detido, ele contou ter feito uma cópia do filme para presentear o ator Alexandre Mofati Lanhas — intérprete do sub-comandante Carvalho em ‘Tropa’ — e duas que foram parar com outros dois funcionários da produtora — Eduardo Cardoso da Silva e Wiliam Correia Ferreira, que prestaram depoimento ontem como testemunhas do inquérito. A partir dos dois, que disseram ter emprestado suas cópias a terceiros, o filme teria chegado a policiais do Bope e a camelôs.



Marcelo foi indiciado por violação de Direitos Autorais e responderá em liberdade. Se for comprovado que queria lucrar com as cópias, a pena chega a 4 anos de prisão. Mas já perdeu. A produtora Drei Marc, uma das que colaboraram com a polícia e o diretor desde o início das investigações, enviou nota dizendo que “repudiou o fato, lamentou o ocorrido e o funcionário será demitido”.



A descoberta de onde vazou a cópia não aliviou o preço da pirataria. A produção calcula que o prejuízo com os DVDs chegou a R$ 10 milhões no Brasil e 20 milhões de dólares no exterior.